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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Adeus, Lulu.

O Lulu da Pomeranga foi embora. 
Foi para uma fazenda toda branquinha brincar com outros Lulus e Totós. 
Lulu era meu cachorro, um Dachshund (salsicha, "cofap"). Lulu nasceu em fevereiro de 1994 e foi adquirido no Mercadão Municipal. Adquirido é forma de dizer, né? Na verdade, ele me capturou com o jeito alegre e, ao mesmo tempo, carente. E foi o Lulu lá para casa. O sobrenome surgiu quando perguntamos o nome de um cachorrinho que uma menininha levava no colo: "- É um Lulu da Pomeranga!" - respondeu meio atrapalhada com o nome da raça do cachorro dela. Pronto, o Lulu (que já tinha nome) ganhou sobrenome na hora.
Impossível esquecer das levadezas: destruiu roupas no varal, comeu um capítulo de um livro meu, corrigiu algumas provas (quer dizer, pisoteou-as - depois o problema para explicar para os alunos que explodiram em gargalhadas) e estraçalhou três capas de máquina de lavar roupa. Até que resolvemos deixar a máquina sem capa mesmo.

Lulu, aos 5 anos de idade.
Nos últimos anos, como passei a morar em apartamento, o Lulu foi morar com meu sogro, o José Onofre. Com meu sogro e com minha sogra, é claro. O Onofre debruçava-se de afagos com o cãozinho. Imagino o quanto ele deve estar chateado com o desfecho já esperado, pois o Lulu não estava bem de saúde. Problemas cardíacos, quem diria!
Agora o Lulu foi embora e nós é que ficamos com problemas cardíacos, com o coração doendo de saudades dele.
Beijão, Lulu. Vai com Deus.

Ramon

5 comentários:

  1. Que bonitinha a história do Lulu!
    Que pena!
    Sinto muito por vocês que estão de corações doentes!!!
    São tão carinhosos que ficamos a mercê de suas gracinhas, como crianças e são tão ou mais amigos do que gente!
    Sinto e lamento meu amigo,estar passando por essa dor!
    Adquira outro!
    Beijos
    Celle

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  2. Meus sentimentos Guru Ramon,
    Abs

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  3. Adoro cachorro.... Linda a sua historia e a do Lulu ;)

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  4. Vc falou dele mtas vezes com a gente Ramon.

    Força aí mestre, a perca de um animal de estimação dói mto, porque existe uma troca de carinho mto grande com esses bichinhos.
    Fica tbm na memória, e isso vc vai levar sempre...

    Abraçãao

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  5. Minhas saudosas, apertadas e porque não dizer, aluluzadas condolências à família Lasmar pelo passamento funéreo de vosso magnificente exemplar da raça canina e porque não dizer hot-dog - ana salsichal. Sei que emborasmente não já conviviam nesse mesmo condomínio, por faltar namoradas caninas para o imponente ser, nutriam um amor cachorral um pelo outro, apesar do funesto e felino "Mengip" ser o suspeito numero um de sua passagem etérea, por não existir nenhum mordomo no prédio. Sei que se existir um céu para cachorros de raças, seja em Sucupira ou não, mandaremos providenciar um e rezar uma missa em latim, no ritual "In Santis sepulcrus, loco parentis" para ele. Aguardemos a sua volta, nobre colega, pois acredito em reencarnação, desde que não seja político...
    Que este comentário, não seja tratadisticamente com despautériamento, pela imprensa marronzista de SL!

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