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segunda-feira, 30 de abril de 2018

DESABAFO

Até consigo compreender que as emissoras de televisão ganhem um dinheiro do governo para estimularem tanto o cidadão a não deixar de declarar o Imposto de Renda. Aí fica aquela falação de faltam 10 dias... faltam 5 dias... falta um dia e 4 milhões ainda não entregaram a declaração...
O interessante é que NINGUÉM, nessa hora, discute para onde está indo esse dinheiro que muitas vezes está pagando farras, festinhas, viagens, verbas tal e tal, auxílio tal e tal (chamados de "penduricalhos", como se fossem trocados ou esmolas).
Agora, para piorar, assistindo o #MG2 (MGTV Segunda Edição), vejo até telespectadores dando bronca que o "imposto de renda é coisa séria", que "brasileiro não aprende e deixa pra última hora"...
Tá na hora (aliás, acho que já passou tem bastante tempo) de nos ajuntarmos no dia Primeiro de Janeiro de Cada Ano e estabelecermos metas do tipo: "Ou o GOVERNO acaba de uma vez com essa imoralidade do FORO PRIVILEGIADO ou ninguém vai pagar o IR"; "Ou o GOVERNO melhora sensivelmente a SAÚDE PÚBLICA (ou EDUCAÇÃO PÚBLICA) (ou SEGURANÇA PÚBLICA) ou ninguém vai pagar o IR". 
É muito confortável para o GOVERNO (FEDERAL, ESTADUAL OU MUNICIPAL) jogar dinheiro fora que é arrecadado com toda essa pressão. E ainda surgem papagaios-de-pirata para querer aparecer dando bronca em quem deixou para a última hora. É nessa hora que a gente percebe que certas pessoas não têm uma vassoura ou uma enxada em casa... sempre há um cômodo para varrer ou um lote para capinar!!!

domingo, 15 de abril de 2018

Número de Casos de Dengue, Chikungunya e Zika no Brasil - Novos dados de 2018

Os dados de dengue e chikungunya estão no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Online (Sinan Online), e os de Zika, no Sinan-Net. Os dados de população dos anos de 2015 e 2016 foram estimados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o ano de 2017, foram utilizadas as estimativas populacionais de 2016.


Dengue
Em 2016, entre a SE (Semana Epidemiológica) 1 e a SE 52, foram registrados 1.483.623 casos prováveis de dengue, e em 2015, 1.688.688. Em 2017, até a SE 52, foram registrados 252.054 casos prováveis de dengue no país, com uma incidência de 122,3 casos/100 mil hab., e outros 247.206 casos suspeitos foram descartados. Em 2017, até a SE 52, a região Nordeste apresentou o maior número de casos prováveis (86.386 casos; 34,3%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Centro-Oeste (78.729 casos; 31,2%), Sudeste (59.601 casos; 23,6%), Norte (22.660 casos; 9,0%) e Sul (4.678 casos; 1,9%). 
Em 2018, até a SE 10, a região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos prováveis (19.422 casos; 37,4%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Sudeste (18.013 casos; 34,7%), Nordeste (7.444 casos; 14,3%), Norte (4.644 casos; 8,9%) e Sul (2.407 casos; 4,6%). 

Febre de chikungunya
Em 2016, SE 1 a SE 52, foram registrados 277.882 casos prováveis de febre de chikungunya, e em 2015, 38.499. Em 2017, até a SE 52 (1/1/2017 a 30/12/2017), foram registrados 185.737 casos prováveis de febre de chikungunya no país, com uma incidência de 90,1 casos/100 mil hab.; destes, 151.966 (81,8%) foram confirmados e outros 52.285 casos suspeitos foram descartados. Em 2017, até a SE 52, a região Nordeste apresentou o maior número de casos prováveis de febre de chikungunya (142.131 casos; 76,5%) as regiões Sudeste (22.984 casos; 12,4%), Norte (16.570 casos; 8,9%), Centro-Oeste (3.679 casos; 2,0%) e Sul (373 casos; 0,2%). 
Em 2018, até a SE 10, a região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos prováveis de febre de chikungunya (7.096 casos; 49,8%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Sudeste (3.642 casos; 25,5 %), Nordeste (1.844 casos; 12,9 %), Norte (1.559 casos; 10,9%) e Sul (120 casos; 0,8%). 

Febre pelo vírus Zika
Em 2016, SE 1 a 52, foram registrados 216.207 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país.  Foram confirmados laboratorialmente 8 óbitos por vírus Zika, a saber: Rio de Janeiro (4), Espírito Santo (2), Maranhão (1) e Paraíba (1). Em 2017, até a SE 52, foram registrados 17.452 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país, com taxa de incidência de 8,5 casos/100 mil hab.; destes, 8.839 (50,6%) foram confirmados. A análise da taxa de incidência de casos prováveis de Zika (número de casos/100 mil hab.), segundo regiões geográficas, demonstra que as regiões Centro-Oeste e Norte apresentam as maiores taxas de incidência: 39,3 casos/100 mil hab. e 12,4 casos/100 mil hab.,
respectivamente. Entre as UFs, destacam-se Mato Grosso (65,0 casos/100 mil hab.), Goiás (57,8 casos/100 mil hab.), Tocantins (44,9 casos/100 mil hab.) e Roraima (39,5 casos/100 mil hab.).
Em 2018, até a SE 10, foram registrados 1.174 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país, com taxa de incidência de 0,6 caso/100 mil hab.; destes, 197 (16,8%) foram confirmados. A análise da taxa de incidência de casos prováveis de Zika (número de casos/100 mil hab.), segundo regiões geográficas, demonstra que as regiões Centro-Oeste e Norte apresentam as maiores taxas de incidência: 2,4 casos/100 mil hab. e 1,0 caso/100 mil hab., respectivamente. Entre as UFs, destacam-se Tocantins (4,2 casos/100 mil hab.), Mato Grosso (3,8 casos/100 mil hab.) e Goiás (3,4 casos/100 mil hab.).


segunda-feira, 2 de abril de 2018

Engarrafamento e "bons motoristas"

Engarrafamento monstro ontem entre Paraopeba e Sete Lagoas. Dizem que foi por causa de uma carreta que quebrou e demorou para ser removida. Enquanto os motoristas que respeitam as leis passavam raiva, os "bons motoristas", os "espertos", os que "gostam de levar vantagem em tudo" aproveitavam para dirigir quilômetros pelo acostamento. Nada de PRF ou Via040 para olhar pelo que estava acontecendo. Retrato do Brasil!



O veículo flagrado trafegando pelo acostamento é autuado por infração gravíssima, que corresponde à multa de R$ 2.640,00 e em caso de ultrapassagem pelo acostamento, o valor da multa é de R$ 4.400,00. Isso sem contar os 7 pontinhos retirados da carteira!!!