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segunda-feira, 17 de junho de 2013

São todas coisinhas miúdas (que somadas não encontram solução)!

Vandalismo interminável nas margens da Lagoa Paulino.
A tampa de ardósia quebrada em frente ao Grillus. Aniversariando!!! Começou em 21 de abril (clique AQUI) e já serviu como munição em confronto na orla da lagoa.
O buraco que ameaça um dos nossos buritis protegidos por lei municipal. Nenhuma providência da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Desde 23 de março, sendo que alguns membros da SEMMA já haviam sido informados um mês antes (clique AQUI).

Faixas afixadas em árvores com pregos. Crime Ambiental (artigo 49 da Lei de Crimes Ambientais). Em diversas postagens (clique AQUI).


Bancos quebrados na praça Dom Carmelo Motta (aniversariando, também)! Desde 29 de março (clique AQUI).
E isso é só no trecho que caminho...

Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior
(Hoje: 17 de junho de 2013)

terça-feira, 19 de março de 2013

Primeiro é um banco da praça...

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor 
do nosso jardim. 
E não dizemos nada. 
Na segunda noite, já não se escondem: 
pisam as flores, 
matam nosso cão, 
e não dizemos nada. 
Até que um dia, 
o mais frágil deles 
entra sozinho em nossa casa, 
rouba-nos a luz e, 
conhecendo nosso medo, 
arranca-nos a voz da garganta. 
E já não podemos dizer nada. 
(Trecho de poema de Eduardo Alves da Costa, 1936)

Já publiquei quatro vezes sobre a TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS. Para quem quiser entendê-la (acho bom) basta ler o primeiro link (clique AQUI). Mas pode ver as demais AQUI, AQUI e AQUI. Costumava demorar um mês ou dois antes que alguém da prefeitura percebesse o problema e tomasse uma atitude.
Agora temos uma historinha do mesmo tipo na Praça da Feirinha (Dom Carmelo Motta). Primeiro foi um banco arrancado. Depois o segundo e o terceiro... na mesma "rua" da praça. Vamos esperar arrancarem todos? Ou já podemos fazer alguma coisa?

O primeiro banco arrancado. Já está assim faz tempo. Hoje ainda havia um pedaço de lixeira sobre ele, como se fosse um túmulo. Nem vou comentar da poça de água que ali é constante.
O segundo banco arrancado...
... e o terceiro banco. Todos na mesma "rua" da praça.
Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior