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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Causo: o jogo de futebol de salão.

Sei que vocês riram bastante do causo do jogo de basquete e a cesta contra (cliquem aqui). Mas o vexame daquela olimpíada não terminou ali.
Lá fomos nós para o jogo de futebol de salão contra o terceiro ano do ensino médio. Isso mesmo: Oitava C x Terceiro Ano. Chavezinha equilibrada, não? Já imaginaram o desastre? Não, vocês não imaginam... foi muito pior. Metade do time do terceiro ano jogava no Huracan, que tinha se sagrado campeão brasileiro no ano anterior. Eu no gol da Oitava C. E aquele meu colega "da cesta contra" estava no time também... vamos chamá-lo de "Cestinha".
Final do primeiro tempo e o placar mostrava um inacreditável 1 x 1. Graças ao goleirão aqui. Peguei tudo, até sombra! Realmente fiz defesas impressionantes. Arrebentei!
Aí veio o intervalo e eu conversei com o time: 
- Gente, vamos recuar um pouco e tentar segurar o placar. Quem sabe conseguimos manter o empate ou no máximo perder de uns 2 a 1 ou 3 a 1... Vai ser ótimo. Os outros times vão perder feito para o terceiro.
Qual nada! 
- Quêisso, Ramon! Nós vamos é pra cima deles. Vamos ganhar!!!
Pronto. Lá foi o time pra cima no esquema 1 1 3, ou seja, eu no gol, "Cestinha" na defesa e os outros três do meio de campo pra frente. "Cestinha" se mostrou um "craque": quando vinha um atacante com a bola e um outro do lado oposto, ele saia para marcar o que não estava com a bola ("pra ele não receber o passe, uai") e o atacante vinha e me fuzilava (naquela época só podia chutar de fora da área, só bomba!). Olha, peguei demais, até pênalti eu peguei. O grande problema é que eles chutaram muito mais ainda. Foi um massacre. Foi um chute a cada 30 segundos, por aí.
Final do jogo: 12 x 1 para o terceiro ano. O campeonato para nós acabou ali mesmo, pelo menos para mim. Mandei um palavrão pro resto do time e me recusei a jogar os outros jogos. Aliás, nem sei se teve outros jogos ou se o time desistiu ali mesmo.

Ramon L. O. Junior

5 comentários:

  1. Como é bom recordar!
    Histórias que enchem nossos corações de saudades!
    Parabens goleiro dedicado!
    Celle

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  2. é o segundo comentário que faço e ao postar o comentário ele some...rsrsrs
    meu caro goleiro parabens, era bem intencionado e dedicado, pena que não chegou à seleção!
    Recordar é viver!
    viva mais...

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  3. Ramon,

    uma vez o Balila armou um time no Cristo Rei para jogar com um time de futebol de campo em Inhauma (que e' uma das minhas cidades preferidas). Eu nunca fui bom em futebol mas o Balila insistiu. Me colocou na lateral esquerda. Na primeira bola que veio, o ponta me deu um drible e eu cai no chao. Aproveitei e comecei a bater papo com torcida (conhecia todo o mundo em Inhauma). O Balila ficou rouxo de raiva e tentou me substituir. Eu nao quiz sair. Soluçao para a substuiçao? O juiz me expulsou! A pedido do Balila.

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  4. Expulsão "a pedido" também é uma novidade.
    Chicão certa vez montou um time de futsal no SAAE (Mucury). Precisavam treinar e chamaram uns pernas-de-pau para jogar contra eles no Ginásio Coberto. Eu era o perna-de-pau atacante, Chicão era o zagueirão do Mucury.
    Lance pela direita. Eu com a bola e veio Chicão me "cercar" (igual se cerca boi bravo). Ele abriu muito as pernas. Eu dei um toque na bola com o lado do pé por entre as pernas dele, peguei do outro lado (uma versão melhorada do rabo-de-vaca), dei uma risinho pra ele e fui em direção ao gol. Infelizmente o goleiro defendeu.
    5 minutos depois ocorre o mesmo lance. Dou o toque e zapt: Chicão me deu uma pernada no meio do peito. Verdadeira arte marcial. Fui de cara na grade.
    Nunca mais joguei contra o Chicão, nem contra e nem a favor. Putz! Um cara que faz isso com o irmão é um perigo!

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