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sábado, 25 de setembro de 2010

Notícias agitam o balneário: deu no Niu Iórqui Táimes.

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Parecer da Prefeitura Municipal de Sete Lagoas

A dependência química é um problema social que afeta as cidades brasileiras e, em especial, as localizadas nas regiões metropolitanas. Em Sete Lagoas, não é diferente. Localizada a 70 quilômetros de Belo Horizonte, a cidade também enfrenta a presença do crack e de outras drogas. No entanto, contrariamente ao informado por O TEMPO, em 21 do mês corrente, o município constrói, sim, um trabalho de assistência social e não está desatento e inerte à questão.
A prefeitura consolida um plano de ações que apresenta resultados de médio e longo prazo, articulando a tríade prevenção, combate e reinserção. O governo municipal entende que somente repreender os usuários não é a solução mais apropriada, a qual vem através de ações intersetoriais, integrando assistência social, saúde e segurança nos espaços urbanos.
Em Sete Lagoas, um novo caminho é oferecido aos dependentes químicos através da abordagem diária realizada por assistentes sociais, que oferecem alimentação, higienização e estada. O tratamento do usuário de droga também é realizado por meio de encaminhamento à comunidade terapêutica de recuperação ou grupo de autoajuda.
Com respeito às decisões e escolhas individuais, a administração municipal dá a oportunidade de retorno aos estudos, possibilitando o aumento da escolaridade, assim como a qualificação profissional e o direcionamento ao mercado de trabalho. Tais medidas são trabalhadas, em paralelo, com a reinserção familiar desses sujeitos, visando assegurar os resultados conquistados.
Cabe ressaltar que, nas áreas com vulnerabilidade e risco social, quatro centros de Referência da Assistência Social acompanham as famílias, apresentando os rumos para uma vida melhor e mais digna.
Dentro dessa visão integrada de enfrentamento, a segurança pública recebe atenção especial, com o trabalho ostensivo das polícias Militar e Civil para evitar o aumento da criminalidade decorrente do uso de drogas, e, em especial, do crack. A força policial ainda procura destituir quadrilhas de traficantes e retirar os entorpecentes de circulação. Especificamente na região central da cidade, 27 câmeras do sistema de monitoramento eletrônico Olho Vivo auxiliam a atuação policial 24 horas por dia.
Para trazer mais celeridade ao trabalho de enfrentamento do crack e outras drogas, uma força-tarefa será montada a partir de outubro, reunindo as secretarias de Assistência Social, de Meio Ambiente e de Obras e a Guarda Municipal, com envolvimento da comunidade por meio dos conselhos municipais de Assistência Social e de Defesa Social.
Desse modo, mais do que uma questão localizada de polícia, o trabalho da Prefeitura de Sete Lagoas é focado em estabelecer políticas públicas de enfrentamento que consolidem uma agenda efetiva, pensando as drogas em todas as esferas, a partir da noção de problema social.

MÁRIO MÁRCIO CAMPOLINA PAIVA
PREFEITO DE SETE LAGOAS
 

2 comentários:

  1. Algumas perguntas:
    1) Qual a verdadeira posição da Secretaria de Ação Social, a publicada pelo jornal citando o nome da secretária da pasta ou a informada pelo prefeito?
    2) A polícia atende as ocorrências visualizadas no Olho Vivo (como afirma o prefeito) ou só atende após denúncia da população (como afirma, na reportagem, o chefe da Assessoria de Comunicação da PM)?
    3) Que tipo de ação a população pode esperar da força-tarefa que será montada em outubro? A força-tarefa terá o apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil ou só da Guarda Municipal?
    4) Quem relata os fatos melhor, a Veja ou O Tempo?

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  2. Puxa!tantas perguntas e tão poucas respostas.pelos menos acho que sei a resposta da questão 4)Quem relata os fatos melhor, a Veja ou O Tempo?resposta:nenhum do dois; é o Niu Iórqui Táimes( ou talvez seja o Uóxinton Pôst)

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