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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Povos antigos, deuses e astronomia.

Na minha juventude, li avidamente o livro "Eram os Deuses Astronautas", de Erich von Däniken. Também li, em seguida, o "De volta às estrelas", do mesmo autor. Acho que esse assunto fascinou todos os nerds daquela época. Exemplos malucos, relações matemáticas forçadas, situações espantosas, muitas curiosidades... somando tudo a teoria dos "deuses astronautas" fazia um sentido extraordinário.
Muitos anos depois, com o advento do Google Earth, bateu em mim um saudosismo daqueles tempos e resolvi marcar no programa alguns pontos citados por Däniken: Stonehenge, Ilha da Páscoa, Planície de Nazca, Pirâmides... Qual não foi minha surpresa ao perceber que os três últimos estavam em alinhamento perfeito na superfície do planeta. Pirei. Nunca tinha lido nada sobre aquilo. Depois descobri em um site (clique aqui) e muitos outros que confirmavam que o alinhamento era real e bem mais importante do que eu pensava. Afinal de contas, o Templo de Angkor (no Camboja) também se alinhava com esses pontos e, ligando todos, temos um círculo máximo quase perfeito (como se fosse um outro equador) dividindo o planeta em duas metades praticamente idênticas, com 40.000 km de extensão. Chamam-no de "Grande Círculo".

Alinhamento da Ilha de Páscoa, Nazca, Pirâmides do Egito, Templo de Angkor
e outros sítios de povos antigos. Se quiser, marque e confira no Google Earth.

Li várias explicações nos sites sobre a orientação dada pelos antigos em suas construções, que poderiam ter feito isso de maneira independente, mas não me convenceram. Fiquei com a certeza que eles sabiam muito mais sobre astronomia do que, com os mesmos recursos, saberíamos hoje. Claro que eles não tinham telescópios, satélites e Google Sky!
Por que tanto interesse e, mais ainda, por que tanto conhecimento acumulado? Estariam esperando os deuses, aprenderam com eles? Ou só pensavam em nos deixar malucos 5000 anos depois?
Intrigante, muito intrigante.

Texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

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