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domingo, 14 de agosto de 2011

Nova queimada na Serra de Santa Helena (mais um ano se passou e...)

As fotos falam por si só. Acho que não preciso comentar nada. Clique nas fotos para ampliar. Observe que foram feitas de pontos e distâncias diferentes. A queimada varreu a frente da serra de Santa Helena.

17 horas e 30 minutos do dia 14/08
19 horas
19 horas: detalhe da altura das chamas
23 horas
1 hora e 30 minutos do dia 15/08. Grande parte da face da serra estará negra  ao amanhecer.
9 horas do dia 15/08.
12 horas e 45 minutos do dia 15/08.
 Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Máquina de Fazer Ruas

A amiga Regina Márcia mandou por e-mail. Entrei no site e vi o vídeo. Fiquei de queixo caído. A máquina faz até a faixa de pedestres. 400 metros por dia. Assistam o vídeo da Tiger-Stone 6000 em ação: clique AQUI ou no site do fabricante AQUI.

A Origem das Espécies, leitura obrigatória para biólogos.

Em 1859 foi publicado o livro "A Origem das Espécies", tendo como subtítulo, "pelo mecanismo da seleção natural". Poucos livros deixaram a sua condição material e assumiram a condição de protagonistas, quase uma pessoa da qual se fala bem ou mal, mesmo sem conhecê-la direito. Nessa condição estão os grandes livros das grandes religiões e, disputando espaço na estante com eles, está o "A Origem".
Darwin relutou muito em apresentar suas ideias ao mundo. Os amigos já conheciam o pensamento de Darwin a partir de suas longas correspondências. Mas qual seria o impacto de um livro posto para todos lerem? Que pensariam de suas ideias? Seria visto como um herege pelas religiões (em especial a Igreja Anglicana)? E sua esposa, profundamente religiosa, como se sentiria? E as lacunas, entre elas a origem das variações entre os seres vivos e a explicação até então desconhecida sobre a hereditariedade?
Tantas dúvidas, mas também a certeza de que o trabalho de quase trinta anos de indagações e pesquisas não poderia ficar escondido. É digno para um naturalista falhar com a natureza, objeto de seus estudos?
Livro publicado e todas os seus temores se confirmaram. A violenta resposta veio por parte da igreja da época que leu, nas entrelinhas, que o "homem descendia do macaco". Ideia sordidamente plantada. Darwin jamais dedicou em seu "A Origem" sequer uma linha sobre a evolução do homem. Em seu livro seguinte "A Descendência do Homem", Darwin afirma aquilo que admitimos hoje: homens e macacos possuem um ancestral comum. Nesse ponto, a interpretação leiga confunde os termos macaco, primata, símio e tenta jogar tudo num mesmo balaio. Em um último esforço para desacreditar Darwin, alguns de seus algozes atuais ainda o chamam de "racista" deslocando suas afirmações de meados do século XIX para interpretá-las à luz do "politicamente correto" atual. Darwin, que nas sua célebre viagem a bordo do Beagle, veio às nossas terras e ficou terrificado ao ver escravos acorrentados e chicoteados. Usássemos os mesmos pesos e medidas de seus críticos e teríamos que condenar grande parte da Igreja que considerava os negros escravizados uma subraça sem direito a nada, inclusive sem alma.
Uma certeza fica: está aí um livro que nunca será apagado de nossa memória. Não há borracha e fogo que varram a colaboração de Charles Darwin para o entendimento da natureza.

A Origem das Espécies pelo mecanismo da seleção natural.
Abaixo alguns trechos do "A Origem das Espécies" que pode ser baixado clicando AQUI (os números das páginas correspondem a esse link).
"As leis que regulam a hereditariedade são pela maior parte desconhecidas. Qual a razão porque, por exemplo, uma mesma particularidade, aparecendo em diversos indivíduos da mesma espécie ou espécies diferentes, se transmite algumas vezes e outras se não transmite por hereditariedade? Porque é que certos caracteres do avô ou da avó, ou de antepassados mais distantes, reaparecem no indivíduo? Porque é que uma particularidade se transmite muitas vezes de um sexo, quer aos dois sexos, quer a um só, mas mais comumente a um só, ainda que não exclusivamente ao sexo semelhante?" (Página 26 - Darwin lamenta não conhecer as leis da hereditariedade, mas lança diversas dúvidas pertinentes que são hoje do conhecimento de qualquer estudante do ensino médio. O trecho em negrito mostra como Darwin já havia percebido a existência de caracteres recessivos e caracteres ligados aos cromossomos sexuais.)
"É interessante contemplar um riacho luxuriante, atapetado com numerosas plantas pertencentes a numerosas espécies, abrigando aves que cantam nos ramos, insetos variados que volitam aqui e ali, vermes que rastejam na terra úmida, se se pensar que estas formas tão admiravelmente construídas, tão diferentemente conformadas, e dependentes umas das outras de uma maneira tão complexa, têm sido todas produzidas por leis que atuam em volta de nós. Estas leis, tomadas no seu sentido mais lato, são: a lei do crescimento e reprodução; a lei da hereditariedade que implica quase a lei de reprodução; a lei de variabilidade, resultante da ação direta e indireta das condições de existência, do uso e não uso; a lei da multiplicação das espécies em razão bastante elevada para trazer a luta pela existência, que tem como conseqüência a seleção natural, que determina a divergência de caracteres, a extinção de formas menos aperfeiçoadas. O resultado direto desta guerra da natureza que se traduz pela fome e pela morte, é, pois, o fato mais admirável que podemos conceber, a saber: a produção de animais superiores. Não há uma verdadeira grandeza nesta forma de considerar a vida, com os seus poderes diversos atribuídos primitivamente pelo Criador a um pequeno número de formas, ou mesmo a uma só? Ora, enquanto que o nosso planeta, obedecendo à lei fixa da gravitação, continua a girar na sua órbita, uma quantidade infinita de belas e admiráveis formas, saídas de um começo tão simples, não têm cessado de se desenvolver e desenvolvem-se ainda!" (Página 554 - última página)
Darwin, num afago à Igreja, cita ao mesmo tempo o Criador e as leis da gravitação, lembrando que é possível a convivência de ideias díspares. Alguns alunos acharão estranha a citação à "lei do uso e não uso", mas convém lembrar que tal lei age realmente na natureza, diferentemente de sua parceira, a "lei da herança dos caracteres adquiridos" ambas de origem lamarquista.
 Texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

PS.: Enquanto isso, em flagrante desrespeito à natureza, ao Criador, ou ao que mais for, assistimos as queimadas acontecendo e sendo patrocinadas em nossa cidade em função de interesses ou desinteresses inconfessáveis. (Clique aqui para um exemplo).

sábado, 13 de agosto de 2011

O trabalho de Mendel, leitura obrigatória para biólogos.

Em 1865, Gregor Mendel publicava seus estudos sobre cruzamento em plantas. A glória só viria após a sua morte, quando no início do século XX outros pesquisadores chegaram ás mesmas conclusões e seu trabalho foi "descoberto" como parte da bibliografia que fundamentava os "novos" trabalhos.
Mendel, que aniversariava em 22 de julho (ei, eu também!), foi um exemplo no que diz respeito aos critérios estabelecidos em seu trabalho científico: a escolha minuciosa do material (ervilhas), escolha das características estudadas, planejamento do experimento, repetição exaustiva de experimentos, análise quantitativa dos resultados...
Eu só conhecia a versão em inglês do trabalho dele (o original é em alemão, nem passo perto!). Hoje, a pedido de alguns alunos encontrei uma tradução boa em português. Os links: em inglês clique aqui e em português clique aqui.

Uma curiosidade: o Mendel, ainda garoto, acreditava que um dia seria famoso pelos seus textos e poemas. Na verdade, ficou famoso por outras letras (A, a, B, b...). Um de seus poemas é quase uma premonição disso:

"Vós letras, vós tipos, frutos de minha pesquisa,
Vós sois a pedra fundamental
Créditos dessa imagem: www.softchalk.com
Sobre a qual estabelecerei e erigirei
Meu templo para todo o sempre.
Como o mestre desejou, vós dissipareis
A força obscura da superstição
Que hoje oprime o mundo.
Os trabalhos dos maiores dentre os homens,
Que agora, de uso para alguns, apenas,
Desintegram-se no nada,
À luz trarei e preservareis
Pois em muitas cabeças, imersas ainda
Na dormência, vossa força despertará
As grandes, as claras forças da mente.
Em suma, vossa chegada não poderá deixar
De criar uma vida nova, uma vida melhor.
Possa a força do destino conceder-me
O supremo êstase da alegria terrena,
A meta máxima do êxtase terreno,
Que é o de ver, quando da tumba me erguer,
Minha arte florescendo em paz,
Entre os que vierem depois de mim."
(Tradução do poema escrito por Mendel
quando era ainda um escolar)
in BAKER & ALLEN (Estudo da Biologia)

Texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Malvaceae

Encontrei essas flores hoje em uma caminhada pela manhã (indo de uma escola para outra). Achei compartilhável.

 

"A família das Malvaceae é constituída de 252 gêneros e cerca de 2330 espécies espalhadas pelo mundo, com destaque à América do Sul. Pela nova classificação da APG (Angiosperm Phylogeny Group), herda os integrantes das antigas famílias Sterculiaceae, Tiliaceae e Bombacaceae.
São ervas, subarbustos, arbustos, trepadeiras e árvores, com canais mucilaginosos e pelos ramificados ou escamosos. Folhas alternas, simples (normalmente lobadas e palminérveas) ou compostas palmadas, inteiras ou serreadas. 
As flores são isoladas e axilares. Algumas espécies forma inflorescências, na maioria das vezes determinadas. A flor é hermafrodita ou assexuada, actinomorfa, dotada de calículo ou epicálice (invólucro de brácteas). O cálice tem 5 sépalas, corola de 5 pétalas distintas ou ausentes. Os estames são em número de 5 ou mais, às vezes, monoadelfos, formando uma coluna estaminal (andróforo), com anteras mono ou bitecas rimosas; às vezes, com estaminódios, pólen com exina espinhosa. O ovário é súpero, geralmente sincárpico, com um ou mais óvulos em cada lóculo." (modificado a partir de http://sites.google.com/site/florasbs/malvaceae)

Convém observar que os hibiscos, o algodoeiro e o quiabeiro também são exemplos de malváceas.

Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Tio Joaquim

Recebi, agora cedo, a notícia do falecimento do meu querido tio, Joaquim Chamon. Dele ficam as lembranças felizes e as conversas leves, quase sempre começando com a situação dos nossos times (ele cruzeirense ferrenho). Tio Joaquim era um lutador e, sem dúvida alguma, será muito bem recebido lá em cima.
Abração, tio, esteja com Deus.

Minha mãe, a Marina (minha filha) e tio Joaquim. posando para uma foto na Praça Abalena Chamon, na Boa Vista, em trabalho escolar sobre "alguma praça". Abalena Chamon era o meu avô (que não conheci), pai dos dois irmãos que minha filha juntou para a foto na praça. Acho que a camisa azul do meu tio não era por coincidência.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Eduardo Costa dá sua versão do incidente em Sete Lagoas no Twitter

 
 
 
 
 
 

Poluição por Ozônio (modificado de notícia da Folha de S.Paulo)

Região metropolitana de SP tem ar impróprio em 70% do ano

EDUARDO GERAQUE
DE SÃO PAULO 

Quem vive na região metropolitana de São Paulo respirou durante 259 dias do ano passado um ar impróprio para a saúde humana. O grande responsável por esse quadro negativo, segundo pesquisadores ouvidos pela Folha, é o ozônio. O ozônio na troposfera (camada mais baixa da atmosfera) é um gás tóxico que pode se formar a partir de componentes da atmosfera e da ação de substâncias emitidas pela queima de combustíveis fósseis nos carros, caminhões e ônibus. Ou ainda por atividades industriais.
Em apenas 106 dias, segundo a Cetesb (a agência ambiental paulista), o ar paulistano foi classificado como bom. O governo considera a situação problemática quando a classificação do ar fica "inadequada" ou "má". A categoria "regular" fica fora da soma - a Cetesb diz que não há impacto significativo na saúde das pessoas. Mas técnicos dizem que esse nível afeta a população.
"O relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) com os novos índices de qualidade do ar diz que, mesmo abaixo dos limites, alguns efeitos na saúde são observados", diz Nelson Gouveia, médico especialista em poluição da USP. 


Editoria de arte/Folhapress

Geralmente problemas respiratórios são intensificados e crises de asma e bronquite se agravam. Estes padrões internacionais, avalia Evangelina Vormittag, do Instituto Saúde e Sustentabilidade, são ainda mais rigorosos que os usados pela Cetesb. No caso específico do poluente ozônio, a OMS é 40% mais rígida. Pelo relatório da Cetesb, que adota padrões mais permissivos, o ano de 2010 teve só 61 dias acima das metas - a soma das classificações "inadequada" e "má". A Cetesb também classifica o ar como péssimo, mas não houve registro.
Segundo Maria Helena Martins, gerente de qualidade do ar do órgão, a situação em 2010 foi melhor do que no início da década. "Ações como o uso de catalisadores e a inspeção veicular obrigatória ajudaram", afirma. 

COMENTÁRIO: O ozônio formado na estratosfera (a tal camada de ozônio) é benéfico porque bloqueia boa parte da radiação ultravioleta que poderia provocar problemas como o câncer de pele. No entanto, quando formado na troposfera, o ozônio é muito tóxico para os seres vivos de maneira geral, tendo um alto poder oxidativo. Nas pessoas, provoca principalemnte problemas respiratórios. A maior parte do ozônio troposférico forma-se a partir de reações fotoquímicas (que necessitam de luz) a partir de gases como o monóxido de carbono, o metano e os óxidos de nitrogênio. Regiões ensolaradas com alto grau de poluentes atmosféricos são muito sujeitas a formação do ozônio - como ocorre em São Paulo nas proximidades do Parque Ibirapuera. Importante que os órgãos ambientais possam divulgar esses relatórios. Servem de alerta para a população e forte argumento na luta pela melhoria da qualidade ambiental nas cidades. Infelizmente, alguns dados ambientais não são divulgados e a população sofre com a falta de informação. (Ramon Lamar de Oliveira Junior)

Reforma do Ginásio Coberto (com 6 meses de atraso...)

Agora começou mesmo a reforma do Ginásio Poliesportivo Dr. Márcio Paulino, nosso querido "Ginásio Coberto". As obras anteriormente anunciadas foram resumidas a algumas mudanças no banheiro (que atende o pessoal da feirinha nos fins de semana). A troca da cobertura já começou. Vamos ver se a contratação do serviço será só para isso ou se vão ocorrer melhorias internas.


Foto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Placebo (matéria da Folha de S.Paulo)

Cliquem AQUI para visitarem uma pequena matéria da Folha de S.Paulo online sobre placebos. O esquema abaixo está presente na matéria.

Créditos: Folhapress

Monta e desmonta (I)

Foto tirada no domingo de manhã... guarda tudo!!! Semana que vem tem mais...
São funcionários quase anônimos. Montam a feirinha da praça Dom Carmelo Motta e desmontam depois. Trabalho paciente e até monótono. Merecem uma homenagem. Qualquer hora passo lá e colho os nomes e umas palavras deles para ficar registrado.

domingo, 7 de agosto de 2011

Far West

Aproveitando a caminhada, não pude deixar de fazer esta foto, bem no estilo "Far West":


Foto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

PS.: Pena que não dá para "limpar" a paisagem dos prédios modernos sem recorrer ao Photoshop.

Locomotivas e ferrugem

As locomotivas e o vagão expostos junto ao Museu do Ferroviário estão sendo atacados pela ferrugem. No início da década de 90, quando militávamos no GRUPO PRO-LAGOAS DE ESTUDOS AMBIENTAIS, sugerimos - juntamente com vários outros grupos - que a locomotiva fosse protegida das intempéries. Não ficou uma beleza aquele telhado, mas funcionou. Agora, vejo que alguma coisa precisa ser feita de novo. Vinte anos depois temos novos materiais e mais condições de resolver o problema. Vamos?



Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Canteiro central

Caminhando ali pela região da Norte-Sul e Antônio Olinto não pude deixar de reparar uma grande oportunidade para a Secretaria Municipal do Meio Ambiente marcar uns pontos com a população.
Um dos princípios básicos para se criar os caminhamentos em canteiros centrais e praças é simplesmente obedecer os trajetos feitos pelos andantes. Ali, no chão, está marcado o que o povo quer. Basta fazer o caminho, de cimento mesmo (que parece ser o padrão agora). O povo que passa por ali várias vezes por dia e que suja o sapato na poeira com certeza vai gostar muito. Facinho, né? Olhem as fotos (cliquem nelas para ampliar):



Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Pelas ruas da cidade... (8)

Azaleia (Rhododendron indicum)
Caliandra (Calliandra)
Cipó de São João (Pyrostegia venusta)
Sete léguas (Prodranea ricasoliana)
Eritrina verde-amarela (Erythrina indica picta)
Ipomoea (?). Uma convulvulácea.
 Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

sábado, 6 de agosto de 2011

Bairro Boa Vista às escuras

O bairro Boa Vista está às escuras desde às 19 horas (alguém sabe a hora exata?). O motivo, ainda não sei (alguém sabe?). A rua iluminada na foto abaixo é a Av. Antônio Olinto, logo depois a escuridão em um dos bairros mais tradicionais da cidade.


Foto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Revitalização do canteiro central da Avenida Villa Lobos

Ponto para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
Um trabalho simples de recuperação dos meio-fios e plantação de grama transformou positivamente o visual do canteiro central da Av. Villa Lobos. É exatamente isso que estamos sugerindo já faz um tempão: soluções simples, nada mirabolante, canteiros e praças que fiquem bonitos e não exijam manutenção complicada. 
Agora, passando por lá, estava o caminhão da ViaSolo regando a grama recém plantada.
Parabéns!


Ontem, no mesmo local, enquanto fotografava as árvores para o trabalho mensal de estudo das espécies (já mencionado aqui no blog), fui interpelado por um morador que achou que eu era funcionário da prefeitura. Pediu, ou melhor, implorou para que as "árvores-da-China" (Koelreuteria) fossem substituídas por magnólias (Michelia champaca), segundo ele a arborização original do canteiro. E que se possível a prefeitura plantasse também algumas flores. Quanto as flores eu ponderei com ele que não seria o momento adequado, "vamos esperar a coisa andar mais um pouco, a manutenção, esses detalhes". Ele concordou. Quanto às árvores, ele não deixa de ter uma certa razão. A árvore-da-China fica muito bonita durante uns 2 meses do ano. Depois lança muitas folhas e sementes. Segundo ele, as sementes caem até nos telhados (pois são carregadas pelo vento) e causam um transtorno grande. A magnólia tem uma floração modesta, mas tem um cheiro agradável e atrai muitos pássaros. Fica aí a sugestão, quem sabe uma substituição gradativa dos paus-ferro e árvores-da-China? (Clique nas imagens abaixo para ampliar.)

Copa das árvores-da-China em março (esquerda) e julho (direita).

 Sementes da árvore-da-China e copa florida da Magnólia amarela.

 Fotos e texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Metrópole Sustentável: É possível? (Artigo da Ciência Hoje)

Segue o link do artigo publicado pela Revista Ciência Hoje da SBPC, edição de setembro/2010. Clique AQUI.

Recorte de imagem presente no artigo.
"Quando perguntamos a urbanistas e economistas sobre o assunto, o conceito de sustentabilidade aplicado a cidades não se configura unânime. No Estatuto da Cidade, essa ideia é clara. Para alguns urbanistas, no entanto, um elemento fundamental para ser levado em conta quando se fala de sustentabilidade urbana é o futuro – apenas sugerido ao final do Estatuto. “Uma metrópole sustentável é aquela que na próxima geração tenha condições iguais ou melhores que as que temos hoje”, define o arquiteto Sergio Magalhães, presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Por ‘condições’ devemos entender os aspectos fundamentais relacionados à vida urbana: habitação, alimentação, saúde, emprego, transporte, educação, água etc."
Trecho do artigo

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Placa que se move.

A placa do futuro Museu de Mineralogia, Arte e Tecnologia de Sete Lagoas mudou de lugar. Deve ser por uma razão simples, como visibilidade. Mas mesmo assim fiquei curioso. Alguém sabe explicar?

A placa antes. (Veja no tópico original clicando AQUI.)
A nova localização da placa, na casa ao lado.
 Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

PS.: Parece que o Museu já está funcionando na casa ao lado. Não pude conferir pois quando passei lá estava fechado. Mas por cartazes e banners presentes deu essa impressão. Melhor se for isso mesmo!