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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mais da Serra do Cipó

Mais algumas imagens da Serra do Cipó, as três primeiras da flora do campo rupestre na Pousada Duas Pontes.
 
Arquitura do João-de-barro. É comum nesses "condomínios" que uma portinha fique para um lado e outra para o outro? Já é a segunda vez que percebo isso. Depois posto a foto do outro condomínio.
A lua entre os galhos da árvore morta, próximo à Pousada Carumbé.
O sol entre os ramos da árvore viva.
Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

domingo, 19 de setembro de 2010

Parque Nacional da Serra do Cipó

Algumas fotos e curiosidades de um pequeno trecho do Parque Nacional, os primeiros 4 quilômetros até o Córrego das Pedras.
Caliandra, flor símbolo do cerrado.
Aranha da família Trechaleidae
Casulo de Trichoptera, insetos que passam a fase larval em água de ótima qualidade. O casulo, nesse caso, foi construído com grãos de areia do riacho.

Flores de uma Melastomataceae (família da quaresmeira).
Frutos da cagaiteira (Eugenia dysenterica), ainda verdes.
Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Caso Erenice, eleição e governo.

Imagino que o Caso Erenice Guerra, ministra-chefe da Casa Civil e recém afastada do ministério, não afetará em nada a eleição presidencial. A ex-ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, está muito bem nas pesquisas. 
A minha preocupação é com o governo. O presidente Lula afirmou (e ainda afirma) no horário eleitoral que "o cargo de ministro-chefe da Casa Civil é o segundo cargo mais importante da República." Particularmente acho que o Presidente da República (executivo), o presidente do Congresso Nacional (Câmara + Senado Federal = legislativo) e os ministros do Supremo Tribunal Federal (judiciário) seriam os cargos mais importantes da República (mas quem sou eu para divergir). Não vislumbro nesse meio a Casa Civil da República. Contudo, preocupa-me muito o fato de um escândalo justamente na Casa Civil. (que seria o segundo cargo mais importante da República - alguém já disse).
Aliás, sobre a Casa Civil, convém lembrar que durante os governos Geisel e Figueiredo foi ocupada pelo General Golbery do Couto e Silva, verdadeira eminência-parda ("poder por trás do trono") especialmente durante o governo Figueiredo. Realmente, naquela época o ministro-chefe da Casa Civil era importante... o mais importante da República!!!
Acredito que faltou transparência nas ações da Casa Civil e a falta de transparência é a mãe de todos os problemas. Esse negócio de tráfico de influências é terrível. É mais ou menos como pedir para a secretária sua amiga conseguir uma vaguinha de horário no dentista onde ela trabalha (só que em escala gigantesca). Urge que ministérios, secretarias (de estado e municipais) sejam cercadas de transparência em seus atos. Funcionários de carreira são importantes e devem ser valorizados ao extremo (em vez do nepotismo e das indicações meramente políticas), mas nem eles são imunes a problemas. Como disse o tio Ben (do homem-aranha): grandes poderes trazem grandes responsabilidades.
Sinceramente, espero que a ex-ministra Erenice Guerra consiga provar, para ter paz e tranquilidade pessoal, sua inocência frente à onda que se agiganta à sua frente. Denúncia é igual "galho na enchente"... você puxa uma e vem um tanto em seguida. Contudo, duvido que todas as pessoas à volta dela terão a mesma paz e tranquilidade.

PS.: Consultando a página oficial da Casa Civil da República, verifiquei que a "biografia da ministra" que ainda lá se encontra é a da Dilma Roussef.

Texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

É possível resolver ou pelo menos remediar o problema?

Aproveito a frequência do SAAE ao meu blog para fazer um questionamento simples. É possível resolver ou remediar o frequente vazamento de esgoto que ocorre na Rua Professor Abeylard? Se é possível, quando será feito? Há um cronograma? Há uma esperança? 
A situação já está se tornando insustentável. Seguem mais duas fotos do "rio de Esgoto", em local bem conhecido pelo SAAE.

Fotos tiradas na manhã de 14 de setembro de 2010.
Saudações.

Ramon Lamar de Oliveira Junior

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Geometria setelagoana irrigativa: a moderna ciência da irrigação.

Gente, peço desculpas. Eu juro que procuro entender certas coisas, mas não consigo. Vejo que até existe uma boa vontade, um afã de acertar, de fazer direitinho e bonitinho... mas os resultados são muito estranhos. Minha visão crítica não consegue enxergar só a boa intenção. Infelizmente (para meu automartírio) eu capto um pouco além: como seria bom se as boas intenções viessem seguidas de uma boa execução das ideias.
A irrigação dos canteiros da Praça Dom Carmelo Mota é uma das coisas mais estrambóticas que já vi. Primeiro, parte do gramado foi destruído para a colocação do encanamento (fiquei sabendo que foi obra do SAAE, verdade?) e depois pessimamente reconstituído (foi?). Depois os locais da maioria dos aspersores e a força do jato d'água dos mesmos não foram sequer calculados mentalmente. 
Colocar um aspersor quase na borda de um canteiro de 14 metros de largura (foto 1) é de uma capacidade ímpar. Colocar um aspersor fora do centro de um jardim em círculo (foto 2) já é extrapolar. E quem fica bem molhado mesmo é o asfalto (asfalto mesmo) dos caminhos da praça. E os passantes não podem passar.

Foto 1: o aspersor para molhar asfalto.
Foto 2: o aspersor excêntrico (fora do centro).
Se não havia lugar melhor (e no caso do jardim circular já sei que vão argumentar que  há uma árvore quase no centro do mesmo) talvez não devessem ter colocado os aspersores (ou optado por dois aspersores de varredura de 90 graus em posições diametralmente opostas... (mas isso é grego para o irrigador responsável - clique aqui para ver um aspersor de 90 graus por R$ 7,66). 
Quer que eu desenhe? (risos) Vai um croqui horroroso abaixo, para servir como tradução do grego.
Croqui horroroso.
No final das contas, está aí. Croqui horroroso e consultoria (de graça), encanamento (o dinheiro já foi gasto, pergunte a quem fez), 2 aspersores (R$ 15,32), uma obra bem executada: não tem preço.

Tá bom, vou ser otimista: pelo menos aumenta a umidade do ar!!!

Fotos, texto e croqui horroroso: Ramon Lamar de Oliveira Junior

domingo, 12 de setembro de 2010

Ipê amarelo (que escapou da queimada) observa a cidade.

Foto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Crime na Serra de Santa Helena III - Uma semana depois

Estive na região da queimada na Serra de Santa Helena para verificar como a área está se recuperando da fogo recente. Mesmo não tendo ocorrido chuva substancial (alguns milímetros apenas na quarta-feira), a vegetação já mostra sinais de recuperação. O problema maior é mesmo a fauna. 
As plantas do cerrado são bem adaptadas para resistir ao fogo: casca espessa e órgãos vegetativos enterrados no solo são os aspectos mais visíveis, salvando as árvores, os arbustos e a vegetação herbácea. Excetuando-se as formigas e cupins (que sobrevivem em suas galerias), nenhum outro inseto foi observado na área da queimada, bem como nenhum aracnídeo, seu inimigo natural. O cenário conduz para a recuperação da vegetação e a invasão por insetos (que se dispersam mais facilmente), sem o controle de seus principais predadores.
Em relação aos vertebrados, na área queimada, observou-se algumas verdadeiras (columbiformes), um gavião caminhando pelo solo queimado à procura de alguma presa que viu lá do alto e uma pele recém trocada de uma cobra (talvez o alvo do gavião, já que os dois achados eram próximos). 
No próximo domingo devo fazer mais registros.

Capim em processo de recuperação.
Pau-santo (Kielmeyera) com início de brotamento de folhas.


Pele de cobra recém trocada.
Gavião procurando alguma presa na região da queimada.
 Fotos e texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Moradia eleitoral

dBem, a continuar desse jeito está resolvido o deficit de moradia no Brasil!
PROGRAMA MINHA PLACA, MINHA CASA.
Basta uma eleição a cada 6 meses!!!

Foto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Tucanos no Parque da Cascata

Na tarde do último dia 30 de julho, avistamos 4 casais de tucanos sobrevoando o Parque da Cascata. Infelizmente, as câmeras digitais não se prestam muito a esse tipo de registro súbito. Senti falta da velha câmera convencional.
Os animais não saíram muito nítidos nas fotos, mas mesmo assim coloco aqui o registro pois acho que vale a pena. A fotografia é um documento, mostra tanto as coisas belas como as mazelas, é objeto de estudo e objeto de admiração. A documentação fotográfica tem uma enorme  importância no trabalho do biólogo.

Clique na imagem e observe 5 tucanos acima dos traços vermelhos.
Desculpem o recurso tosco, mas "sublinhar" os tucanos foi a única opção.

Clique na imagem e procure os dois tucanos. Um deles está acima à direita. 
O outro, abaixo à esquerda, entre os ramos.

Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Cala-se uma voz em Sete Lagoas.

Faleceu o jornalista Fred Rezende.
Vítima de um acidente de moto, o jovem jornalista nos deixou. Perda lamentável para nossa cidade, em especial para os amigos e admiradores do seu trabalho.  Perda para muitos que nem sequer o conheciam, que nem sabiam que esse menino era inquieto e insistente na procura pelos fatos.
Não é fácil ser jornalista. Não é fácil escarafunchar notícias. Descobrir a verdade dos fatos e saber noticiá-la é uma arte. Arte que o Fred em conjunto com o amigo Marcão, faziam com ar de crianças travessas no blog No Prelo e no rádio.
Não é fácil ver um talento pulsante como esse partir. É doloroso ir ao velório e ver tantos jovens assustados, vendo a morte levar um companheiro assim tão precocemente. Ver a dor dos pais na dura inversão do caminho da vida, despedindo-se do filho, do único filho.
Fica aqui o meu sentimento para com a família e para com os grandes amigos que o cercavam.
Fica aqui o meu luto por sentir que a Sete Lagoas perdeu um grande patrimônio.
Esteja em paz, Fred. Seu trabalho lançou sementes que encontrarão terra boa. Onde estiver, tenha certeza disso.
Ramon Lamar de Oliveira Junior

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Crime na Serra de Santa Helena II - Novo Foco

Mais fogo, agora na segunda-feira.
Eu já imaginava que até o próximo fim-de-semana teríamos novos focos de incêndio na Serra de Santa Helena. Pena que, quem deveria mesmo vigiar e tomar providências não imaginou a mesma coisa.
Segunda-feira, 6 de setembro de 2010, meio-dia... e o fogo toma conta de mais um trecho da Serra de Santa Helena.
Seltur, antecipe-se. Contrate rondantes em caráter de urgência para o perímetro do Parque da Cascata Não esperem o cartão postal inteiro virar cinzas.
Foto e texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

PS.: Desisto!
Acabo de voltar da Serra de Santa Helena (06/09/2010, 15 horas). Acreditei que o Parque da Cascata já estaria liberado hoje, pelo menos para observarmos a situação e o impacto ambiental ocasionado pela queimada. Chego lá e o porteiro foi radical. NÃO PODE!  Disse que o fogo lá dentro está incontrolável. Que os bombeiros estão trabalhando lá. De novo, nada de faixa avisando da interdição. Apenas a faixa que avisa do preço de entrada e dos horários do parque. Achei que um biólogo e ex-brigadista poderia ser útil. Não sei porque eu acho essas coisas.
Conversei antes de ir e lá em cima, por telefone, com o Dr. Lairson Couto, secretário de Meio Ambiente. Lairson me disse estar desolado por vir tentando, desde o início do ano, instituir a Brigada de Combate a Incêndio. Disse ele que "alegam falta de verbas". Lembro-me da METRÓPOLE DO FUTURO, do BALNEÁRIO INDUSTRIAL de renda per capita de R$ 18.000,00 por ano. Per capita!!! Uhuuuuu!!!
Fico pensando se vale a pena levar alunos ao Parque da Cascata, como levei no último dia 22 de agosto. Elogiar as melhorias que foram feitas. Mostrar aspectos do cerrado e da mata. Tentar levantar a bola e depois, nem ao menos poder registrar o que está acontecendo lá em cima. 
Fico pensando... melhor não pensar.

PS2: Incrível como a falta de informação segura prejudica nosso raciocínio. O olhar atento pela área queimada pode indicar a motivação do incêndio. Agora, de madrugada, veio em minha mente a possibilidade do motivo mais fútil para o crime: localizar minhocuçus na véspera de um feriado prolongado. Acabo de pedir ao Busu, via blog, que ele procure informações sobre a visualização por aqueles que estão(avam) participando do combate ao fogo de locais habitados por minhocuçus (para quem não sabe, a queimada facilita a localização das fezes dos minhocuçus e o encontro das galerias no solo).

domingo, 5 de setembro de 2010

Crime na Serra de Santa Helena

Repito abaixo o post que acabei de mandar para o Busu, em seu blog:

"Busu,
já fiz parte de uma brigada criada pelo Corpo de Bombeiros na década de 90 para combater incêndios na Serra de Santa Helena. A situação era muito precária e, pelo visto, assim permanece até hoje. Combatemos várias vezes apenas com galhos de árvores, em locais de difícil acesso e, às vezes, com equipamentos melhores do que o do Corpo de Bombeiros (lanternas e facões, por exemplo). Recebemos apoio apenas dos bombeiros, mais nada. Todo o equipamento era por nossa conta, até cordas para acessar os locais. Nem soro antiofídico tínhamos à disposição no Pronto Socorro, caso precisássemos.
Li no Sete Dias, há coisa de dois anos, que havia sido criada uma nova brigada voluntária ("a primeira de Sete Lagoas"). Espero que ainda estejam na ativa, mas sei que é difícil trabalhar em situações de risco sem auxílio.
Parabenizo a você, aos amigos que foram, o Corpo de Bombeiros e o pessoal da ADESA. Urge descobrir o responsável pelo crime. Não basta taxá-lo de "infeliz". Ele é um criminoso, um doente. Só quem já participou do combate a incêndio sabe o perigo que é um indivíduo desses à solta. Espero que a polícia não poupe esforços para encontrá-lo.
Abraços.

PS.: É necessário melhorar a vigilância em nossos parques e APAs, principalmente em épocas de seca como essa. Tivéssemos ali um ou dois vigilantes assalariados, à cavalo ou moto e o problema não existiria. Não basta colocar uma placa: "Parque da Cascata". Um "balneário industrial" com um PIB de 4.000.000.000 de reais tem que saber gastar melhor o seu dinheiro."

Abaixo, algumas imagens que obtive caprichando no zoom, enquanto explicava para minha filha o significado de um incêndio desses, principalmente para os animais que não têm como escapar do fogo porque fazem seus ninhos no chão ou nos arbustos. Morte certa para os filhotes. Mesmo os animais maiores podem ficar cercados pelas chamas, visto que ventava muito no momento. A pequena repetia a todo momento que só podia ser obra de alguém que tivesse ateado fogo. Pelo relato do Busu, ela estava certíssima.

Incêndio consumindo o cerrado da face leste da serra.

O clarão das chamas que arrasava a face oeste da serra,
em plena região do Parque da Cascata.

Os animais são, verdadeiramente, os que mais sofrem com queimadas. A maioria das plantas desse tipo de ambiente possui adaptações contra o fogo e, se acontecer uma chuva em breve elas brotarão com intensidade, procurando apagar as marcas do incêndio. Animais não têm essa sorte. Com o fogo, diversos animais migram da área e, como já discutido nesse blog, acabam sendo atropelados nas estradas que margeiam a região. É morrer ou morrer.

[...] [Continuação do post.]

Acabo de retornar da Serra de Santa Helena. Fui até lá para ver se alguma ajuda, como biólogo e ex-brigadista, era necessária. Fui informado pela funcionária da portaria que o Parque da Cascata estava interditado. Conversei com o pessoal da ADESA que autorizou a minha entrada, assumindo as responsabilidades pelos "estragos" que eu lá faria e que o registro das imagens era importante. Em seguida a direção do parque não permitiu a entrada, alegando ordens expressas do Corpo de Bombeiros de que ninguém estaria autorizado a entrar na área. Resolvemos contornar o incêndio pela estradinha que vai até as grandes antenas. Quando demos meia-volta, um rapaz, não sei se funcionário do parque, sugeriu esse  mesmo caminho. Algumas imagens estão aí. O incêndio perdura e agora dentro da mata que contorna o lago da represa. Já se passaram 24 horas do início do fogo. Combater fogo dentro de mata fechada é quase impossível. Normalmente o trabalho dos bombeiros ou brigadistas nessa hora é fazer um rescaldo e evitar o aparecimento de mais focos, pouco há para ser feito além disso.
Ficou patente a pouca organização da Seltur para cuidar do problema. Nem um cartaz  ou faixa explicando que o parque estava fechado (desses que se imprime até no computador). A funcionária dava a mesma explicação para dezenas de carros dos visitantes desinformados que chegavam à portaria. Ela também nos informou que o incêndio teve três focos iniciais, ou seja, incêndio criminoso, sendo um deles, pasmem, próximo à portaria do parque. Talvez o delinquente tenha tentado até iniciar novos focos, sem sucesso. Volto na mesma tecla: existisse algum tipo de ronda no parque, principalmente nessa época de sequidão, e não teria ocorrido o problema. Deve ser muito oneroso para a prefeitura e para a Seltur a contratação de rondantes, imagino. Fiquemos agora com o prejuízo ambiental.

Fogo ainda alto na mata próxima ao lago da represa.
Impossível combater esse tipo de incêndio com os recursos que temos.

Extensão da área queimada na face oeste da serra,
na trilha de acesso ao Parque da Cascata.

Um picapau do campo (Colaptes campestris) observa desanimado por entre
os galhos de uma árvore chamuscada pelo incêndio. Acho que eu e ele
estávamos com a mesma sensação triste de não poder fazer nada.

Texto e fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Cerrado mineiro: flores

Caliandra, a flor-símbolo do cerrado. (Calliandra dysantha)

Flor do pequizeiro. (Caryocar brasiliense)

Fedegoso. (Cassia sp.)

Barbatimão. (Stryphnodendron sp.)

Sensitiva, mimosa, dormideira, mariazinha-fecha-a-porta. (Mimosa pudica)

Pimenta-de-negro, pimenta-de-macaco, imbira. (Xylopia aromatica)

Ananás-do-cerrado. (Ananas ananassoides)

Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

PS.: Circelle, pegue a câmera fotográfica e vamos para o mato fotografar!!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Serra do Cipó

aMorar em nossa região e não conhecer a Serra do Cipó é um pecado extremo. Mas ainda dá tempo de ser absolvido.

Orquídeas crescendo entre pedras. Só para olhar e fotografar. Nem pense em coletar.

Monumento do Juquinha, homenagem aos catadores de sempre-vivas.
Um dos cartões postais de Minas Gerais.

Trilha dos escravos, trecho da Estrada Real.
Passeio obrigatório, prepare o seu fôlego, é morro acima!

Sempre-viva "chuveirinho" (Actinocephalus bongardii).

Cachoeira da Capivara (momentaneamente interditada por falta
de sensibilidade dos donos da área).

Cachoeira Grande.

Cachoeira do Tomé.

Cachoeira de Baixo e ponte sobre o rio Cipó (MG 010).

Cachoeira Véu da Noiva.

Minhas sugestões de hospedagem:

Pousada Chão da Serra: www.chaodaserra.com.br
Pousada Fazenda Monjolos: www.fazendamonjolos.com.br/
Pousada das Pedras: www.pousadadaspedras.net/

Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior