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| Puro esgoto... descendo a Professor Abeylard nesta manhã de domingo. Pesadelo interminável... |
PS.: Não deixe de ler o esclarecimento do SAAE, clicando AQUI.
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| Puro esgoto... descendo a Professor Abeylard nesta manhã de domingo. Pesadelo interminável... |
- Nome Científico: Hibiscus rosa-sinensis
- Sinonímia: Hibiscus sinensis
- Nome Popular: Hibisco, hibisco-da-china, mimo-de-vênus, graxa-de-estudante, hibisco-tropical
- Família: Malvaceae
- Divisão: Angiospermae
- Origem: Ásia Tropical
- Ciclo de Vida: Perene
O hibisco é a flor símbolo do Havaí. Além disso é umas das plantas mais cultivadas nos jardins brasileiros, devido ao seu rápido crescimento, beleza e rusticidade. Há um grande número de variedades, que podem apresentar folhas estreitas ou largas, variegadas ou não e flores das mais diversas formas, tamanhos e cores.A floração estende-se por todo o ano e as flores são sempre solitárias. Versátil, adapta-se às mais diversas funções paisagísticas, servindo como excelente cerca-viva, arbusto, renques, composições ou simplesmente como planta isolada em vasos.De característica tropical, o hibisco deve ser cultivado a pleno sol, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica com adubações periódicas para uma floração exuberante. Não tolera geadas. Suporta a salinidade e o sombreamento parcial. Multiplica-se por estaquia e alporquia.Autor: Raquel Patro
Novo balanço do PAC 2 (segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento), divulgado na última quarta-feira, mostra que o custo da obra de transposição do rio São Francisco teve mais um aumento bilionário, informa reportagem de Daniel Carvalho, publicada na Folha deste sábado (a íntegra da matéria está disponível assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
O projeto, que inicialmente era orçado em R$ 4,6 bilhões, agora custa 77,8% mais caro: R$ 8,18 bilhões, de acordo com o relatório do Ministério do Planejamento. Diante da estimativa anterior de R$ 6,85 bilhões, feita em 2011, o reajuste é de 19,4%.
O governo diz que as alterações são resultado do melhor detalhamento das obras pelos projetos executivos e de mudanças na metodologia de acompanhamento. Leia a reportagem completa na Folha deste sábado, que já está nas bancas.
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| Editoria de Arte/Folhapress (Clique na imagem para ampliar.) |
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| Fotos: Ramon L. O. Junior |
Defesa e Cidadania discute fiscalização da lei que proíbe som alto em veículos (Indaiatuba, SP)
A aplicabilidade e a fiscalização da Lei nº 5.860, de 25 de março de 2011, que proíbe a utilização de equipamento de som nos veículos em volume que perturbem o sossego público, foram discutidas durante reunião realizada na manhã de segunda-feira (4), entre representantes da Secretaria Municipal de Defesa e Cidadania e da Secretaria Geral do Município.A Lei foi publicada na Imprensa Oficial de Indaiatuba na edição de sexta-feira (1º) e é de autoria do vereador Luiz Alberto ‘Cebolinha’ Pereira (PDT), líder do governo na Câmara Municipal.Participaram da reunião, o secretário Geral do Município, Samir Maurício Andrade; o assessor da Secretaria de Defesa e Cidadania e autoridade de trânsito do município, Antonio Marinho da Silva; o diretor de gestão estratégica da Defesa, Sandro Bezerra de Lima; o chefe do setor de Fiscalização da Secretaria, Marcos Donizete Barbosa, e o diretor de Fiscalização da Prefeitura, José Carlos de Melo.Durante o encontro ficou definido que serão credenciados para a fiscalização todos os agentes de trânsito da Secretaria de Defesa que fizeram o curso de manipulação de decibilímetro, com o apoio dos fiscais de Posturas Municipais.Além das operações de fiscalização que serão realizadas nos dias e locais de maior incidência desse tipo de infração, os agentes atenderão denúncias da população que podem ser feitas por meio do telefone da Guarda Municipal, o 153.A determinação da nova Lei constará em placas afixadas em áreas públicas como o estacionamento do Parque Ecológico e na Raia de Remo, onde costumam acontecer abusos relacionados a som automotivo.LegislaçãoDe acordo com a Lei nº 5.860 considera-se perturbação ao sossego público os sons emitidos fora dos padrões contidos nas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), no Código de Trânsito Brasileiro e na Lei Federal nº 9.605/98 (Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências).O documento determina o pagamento de multa no valor 50 Ufesps (Unidades Fiscais do Estado de São Paulo) ou R$ 872,50 para quem infringir a legislação relacionada as posturas municipais, independentemente da eventual infração prevista no CTB e na legislação ambiental, que poderão ser cumulativas .Serão responsáveis pelo pagamento da multa o condutor e o proprietário do veículo no ato do cometimento da infração, independentemente da apuração da eventual responsabilidade criminal, se houver. No caso de reincidência a multa será aplicada em dobro e o veículo somente poderá ser liberado após a retirada definitiva de todo o equipamento de som.Caso não seja possível a imediata retirada dos equipamentos de som que originou a autuação, o veículo será apreendido e removido para os pátios regularmente credenciados pelo Poder Público. A lei ainda determina que caberá ao responsável o pagamento das tarifas estabelecidas pelos pátios referentes ao guincho, remoção e ou estadia dos veículos e ou equipamentos.Desde 2009 a Guarda Municipal e o Departamento Municipal de Trânsito realizam a Operação Decibilímetro, fazendo a aferição do volume de som automotivo. Uma Resolução do Contran regulamenta o Artigo 228 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que estabelece que a multa por utilizar o som automotivo acima dos 80 decibéis (dB) permitidos pela norma de trânsito é de R$ 127,00. Além disso, o proprietário do veículo perde cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), a qual poderá ser acumulada com as demais infrações.A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) também determina que na zona estritamente residencial, o nível de ruído deve ficar em 50 decibéis durante o dia e, à noite, o limite é de 45. Aos infratores é bom lembrar que além de infração de trânsito, a poluição sonora também é crime ambiental, de acordo com a Lei Federal 9605/98 que prevê reclusão de 1 a 4 anos e multa.
Caro Sr. Ramon Lamar, como sei que gosta destas curiosidades, resolvi enviar 03 fotos da homenagem ao presidente Mello Vianna ,com a seguinte pergunta: Será o que ele fez para permanecer todo tempo escondido no meio da praça? Será que foi algo grave? kkkkkkkkkkBom, o problema é que temos que criticar tudo com muito jeitinho, porque senão vão até lá e resolvem o problema a base da serra elétrica...Um forte abraço Ramon !Atenciosamente, Demétrius Duarte.
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| Foto: Demétrius Duarte |
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| Foto: Demétrius Duarte |
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| Foto: Demétrius Duarte |
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| Foto: Google Street View |
Cidade sofre com lixo e faixas irregularesCelso Martinelli (05mar2012)
O acúmulo de lixo em diferentes regiões de Sete Lagoas - sendo a maior parte por falta de consciência dos próprios moradores - e de faixas particulares anunciando eventos diversos na região da Lagoa Paulino são exemplos de diferentes tipos de poluição que crescem na cidade. A esquina da rua João Andrade com Cel. Américo Teixeira, bairro São Geraldo, virou um verdadeiro depósito de lixo domiciliar. Para tentar barrar o problema, a Secretaria do Meio Ambiente anuncia o "Programa de Educação e Mobilização Social” (PESMS), e também o "Agente Ambiental Voluntário". O objetivo é incentivar a população a denunciar os sujões.De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente, Cláudio Ribeiro Busu, a Lei 4.040/89 - nos Decretos 1879/82 e 4161/2010 - proíbe a colocação de faixas em logradouro públicos, sendo as únicas excessões os eventos culturais, filantrópicos ou de interesse público após autorização da Secretaria de Meio Ambiente. “No caso das faixas colocadas na orla, as mesmas foram apreendidas e uma multa foi encaminhada aos empreendedores responsáveis por elas”, conta. As multas são a partir de R$ 200,00, com o valor aumentando em casos de reincidência.Segundo Cláudio Busu o "Programa de Educação e Mobilização Social” e o "Agente Ambiental Voluntário" visam trabalhar a questão do lixo. O público alvo é de moradores e estudantes da rede municipal de ensino. “Além desses projetos, estamos desenvolvendo um novo que foca a conscientização de postura ambiental, principalmente sobre jogar lixo em vias públicas”, acrescenta. Busu completa que a Secretaria de Meio Ambiente está de portas abertas para receber sugestões e reclamações, seja pelo (31) 3771-9441 - ou na rua Quintino Bocaiúva, nº 618, centro.
| COMENTÁRIO 1: Convém lembrar também que, mesmo autorizadas, ou mesmo sendo de eventos promovidos pela prefeitura, as faixas não podem ser afixadas em árvores (no que estão incluídas as palmeiras da orla da Lagoa Paulino ou da Praça do Canaã - só para citar as preferidas). AQUI, AQUI, AQUI e AQUI estão alguns exemplos. Sem contar o caso da faixa que ficou mais de um mês afixada em uma palmeira referente ao Leilão da Prefeitura: veja o famoso vídeo publicado no Facebook clicando AQUI. | |||||||
| COMENTÁRIO 2: Aproveito para destacar a notícia vinculada no setelagoas.com.br sobre o início de mais uma fase do Estudo Hidrogeológico (clique AQUI) que veio ilustrada com a foto da instalação do SAAE perto aqui de casa. Aquela da BOMBA MISTERIOSA e desse eterno vazamento que aparece na foto e que faz belas poças o ano inteiro neste quarteirão da Professor Abeylard. Reclamações já fiz várias, uma delas AQUI. | |||||||
| A foto que ilustra a matéria foi extraída do http://blogdosaae.blogspot.com. | |||||||
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| Foto: Ramon Lamar de Oliveira Junior (clique na imagem para ampliar) |
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| A silhueta do carro contra a Lua. Prefiro acreditar que era um casal hiper-romântico aproveitando o momento. Quem sabe até repararam na Lua? |
A votação do Novo Código Florestal Brasileiro, marcada para a próxima terça-feira (6mar2012), na Câmara dos Deputados, vai enfrentar fortes resistências dos setores ambientalista e científico. Mesmo assim, o governo não abre mão de ver a matéria aprovada definitivamente, como está, nesta semana.
A primeira batalha a ser enfrentada pelos defensores do texto será com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que já se manifestou contrária à proposta da forma como saiu do Senado. Os cientistas da SBPC querem mudanças na matéria e o veto de alguns trechos colocados pelo senador Jorge Viana (PT-AC) – que foi o relator do projeto no Senado.
Um dos pontos que mais preocupa os cientistas é a redução das áreas de preservação permanente (APP) nas margens de rios. Um documento entregue pela SBPC ao relator da matéria na Câmara, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), e apoiado pela deputada Janete Capiberibe (PSB-AP), aponta que as APPs serão reduzidas em 50% com o novo texto.
Esse e outros trechos teriam que ser suprimidos pelo relator, na opinião dos cientistas. Caso isso não ocorra, a SBPC fará uma movimentação social para pressionar a presidente Dilma Rousseff a vetar o projeto.
Paulo Piau, por sua vez, explicou à Agência Brasil que não pode incluir novas mudanças no projeto, uma vez que ele já passou pela Câmara e pelo Senado, e, agora, será apenas revisto. “Recebi um documento deles. Tudo aquilo que for importante para a gente colocar dentro do que foi negociado e que for permitido pelo regimento, a gente pode colocar. Mas eles pedem muita coisa que não é mais possível”, justificou.
Segundo o relator, as discussões sobre o novo código não serão encerradas com a votação de terça-feira. Uma série de outros projetos relacionados ao assunto deverá surgir, segundo o relator. É o caso, por exemplo, de proposições que tratam da agricultura irrigada, setor que não recebeu atenção especial no código que está para ser votado. Para Piau, os parlamentares deverão “rever [o tema] após a revisão”. “Muita coisa vai continuar sendo discutida. A discussão não se esgota agora”, avaliou.
Sobre a promessa de manifestações em todo o país pedindo que a presidente Dilma vete o projeto, caso ele seja aprovado, Piau diz que é uma posição política e não acredita que a pressão dê resultados. Ele também não deve mexer no texto para atender aos parlamentares do Amapá sobre a redução das reservas legais em terras indígenas no estado.
Independentemente de os deputados suprimirem alguns dispositivos ou manterem integralmente o texto enviado pelo Senado, a matéria terá votação conclusiva na Câmara e será encaminhada, na sequência, para sanção presidencial. (Fonte: Agência Brasil)
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| Schizodon nasutus ou piau-cheiroso. Esta é uma das espécies de piaus que existem por aí. Com uma dieta variada, predominantemente herbívora, o piau depende muito dos alimentos produzidos pelas matas ciliares que estão ameaçadas pelo Novo Código Florestal Brasileiro. O piau mais famoso é o piau-três-pintas (e outros piaus querem ficar mais famosos ainda), mas resolvi homenagear o piau-cheiroso por ter sido objeto de estudo em meu primeiro trabalho científico publicado. Fonte da imagem: http://imageshack.us/photo/my-images/228/peixe.jpg/sr=1 |
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| Academia ao ar livre: já presente na Lagoa da Boa Vista. |
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| Vagas para idosos: aqui também estão sendo demarcadas em algumas ruas da cidade. |
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| Vaga para idosos em frente à entrada da garagem do prédio. |