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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Praça Barão do Rio Branco: paisagismo.

Já estou devendo estas fotos há muito tempo. Como o paisagismo da praça melhorou um pouco, melhor ainda. A nota sobe um pouco. Acho que uns 7 tá de bom tamanho.

Vista geral da praça. Também conhecida como "Praça da Prefeitura".
As bordaduras de "pingo de ouro" são condenáveis. Melhor seria a grama chegando até a borda do canteiro.
Terra à vista!!! Um jardim não pode ter terra aparecendo. Calateias e marantas cobririam muito bem essa terra que está sob a copa da figueira, e ainda dariam um colorido melhor para a praça.
Roseiras nas praças são uma fixação setelagoana. Mas a terra aparecendo não dá. Pelo menos uma argila expandida ou cavacos de madeira seriam necessários no local (contando que a população não use para fazer "guerrinhas"!).
Mais terra à vista! Para que aquele círculo de terra em volta do caule? Incapacidade de podar a grama bem rente ao tronco?
Mas no geral, e para os mais desavisados dos conceitos paisagísticos modernos, a praça se encontra bem apresentável. Sua característica mais marcante é a abundância de espécies, o que não facilita muito o trabalho de manutenção. Ainda faltam uns bancos na área interna, recuados para curtir melhor a sombra agradável do local. O tal do estacionamento em volta atrapalha bastante, diga-se de passagem. Mas como o pessoal que passa por lá tem gostado (e comentam quando observam que estou fotografando) vai uma nota 7. Passou de ano!
Fotos e comentários: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Faixas presas nas árvores: já está podendo?

Já se permite afixar faixas nas palmeiras da orla da Lagoa Paulino?


Foto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

PS.: A foto foi tirada hoje pela manhã (16/05), ou seja, o evento já havia acontecido...

Reforma do Ginásio Coberto

Enfim, começou. Vamos ver até quando vai. Por enquanto só dá para ouvir as marteladas lá dentro...

sábado, 14 de maio de 2011

Praia de Ubu (Anchieta, Espírito Santo)

Praia de Ubu, no alto do morro o hotel Pontal.
Prainha, do outro lado do morro.
Litoral rochoso. No mar há inúmeros organismos, infelizmente a maré alta não permitiu fotografá-los.
Praia de Ubu, município de Anchieta, Espírito Santo, Brasil.
 Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Trazendo algumas imagens do Espírito Santo. Aguardem!

Incluindo o belo paisagismo da Praia de Camburi (Vitória) e algumas fotos de minha querida Praia de Ubu (Anchieta).
Amanhã, ok?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Na lagoa do Mucury

Praça Dom Carmelo Motta (Praça da Feirinha):

Cágado.
Tucunarés.
 Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

terça-feira, 10 de maio de 2011

Para não esquecer do RIMA do Boulevard Santa Helena (IV)

4) SEM GARANTIA DE PRESERVAÇÃO DA LAGOA DA CHÁCARA

Está na página 5 do RIMA (Relatório de Impacto Ambiental produzido pela empresa Virtual Engenharia Ambiental a pedido dos empreendedores):

"Foi vislumbrada ainda, em caráter preliminar, a manutenção de uma lagoa como centro focal do empreendimento na área interna à Avenida Perimetral, localizada entre o boulevard comercial e as quadras destinadas ao uso multifamiliar." (RIMA, página 5)

Em outras palavras: apesar da área do bulevarsantahelena possuir duas lagoas (a Lagoa da Chácara e uma lagoa em formação), sequer a preservação da Lagoa da Chácara é dada como certa, é apenas uma ideia PRELIMINAR. Aliás, depreende-se da leitura e da apresentação do bulevarsantahelena que tal obra deveria ser executada pela prefeitura e não pelos empreendedores uma vez que tal área faria parte da porção "doada" para o município.


5) O EFEITO CONTROL-C CONTROL-V (ou copia e cola) E AS ENTREVISTAS COM OS MORADORES (sem entrevistar a Associação de Moradores do Bairro Jardim Arizona)

Consta no RIMA, que 70% dos entrevistados considera que a região dos bairros Jardim Arizona e Canaã precisa de mais áreas verdes, sendo unânimes em dizer que é necessário conservar as que já existem.
Ainda segundo o RIMA, um grande número de entrevistados acredita que estas áreas deveriam vir em forma de parques para serem utilizados como forma de lazer nos finais de semana. Alguns entrevistados, inclusive, alegaram que a região sofre constantemente com queimadas e desmatamentos e por isso seria importante conservar as áreas existentes, além de criar novas.
Os outros 30% dos entrevistados acreditam que o município de Lagoa Santa... bom, deve ser Sete Lagoas. Mas no Rima consta Lagoa Santa (página 164). Um pequeno engano no meio de um oceano de problemas apontados. Na opinião desses 30%, o município de Sete Lagoas já possui um número suficiente de áreas verdes. Será que eles sabem que o empreendimento pretende diminuí-las? Será que foram informados disso?

Trecho da página 164 do RIMA... "Lagoa Santa"... ops!!!
Alguns entrevistados, não se fala em quantos, acha que a cidade precisa crescer, e para tanto a urbanização de algumas áreas verdes seria inevitável. Foi explicado a eles a qual custo?
Além do mais, 15 dos 24 trechos de entrevistas publicados às páginas 168 e 169, relatam a preocupação dos entrevistados em preservar a área verde e seguir as leis ambientais. 60% dos entrevistados preferem o verde, preferem um parque ou uma área verde bem cuidada e protegida.
Se lixo é jogado lá dentro, se a área é invadida por meliantes, credite-se a culpa aos donos do terreno que nunca se preocuparam em proteger a área. O próprio questionário aplicado pergunta se as pessoas usam a Lagoa da Chácara como área de lazer. Como poderiam usar? É área particular! A maioria das pessoas respeita a propriedade privada, mesmo tão mal protegida. E não querem ver a família perder o terreno, querem que sejam justamente indenizados.
Pois bem, se se deseja ouvir o que o povo pensa a respeito das áreas verdes, o próprio RIMA dá o veredito. 70% dos entrevistados considera que a região precisa de mais áreas verdes. 60% dos entrevistados prefere a área verde a um loteamento ou condomínio com tanta supressão de áreas verdes.

Ramon Lamar de Oliveira Junior

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Carnaval de Led na feirinha

O pessoal está testando (creio) qual o melhor tipo de iluminação de LED para Sete Lagoas. Na Praça Dom Carmelo Motta (feirinha) é possível encontrar pelo menos quatro tipos (veja fotos abaixo). 
O consumo de energia pelas lâmpadas de LED é extremamente baixo mas o direcionamento da iluminação é um pouco problemático, razão da necessidade de se identificar o tipo mais adequado a cada local.
Contudo, não vi ninguém sendo entrevistado para colher a opinião das pessoas sobre a iluminação. A maioria dos passantes nem repara que a luminária é de outro tipo...




Verdadeiro carnaval de lâmpadas diferentes!!!

Ah, e tem mais essa aí embaixo, da praça da prefeitura:

Essa é da praça da prefeitura (Barão do Rio Branco).
Fotos e dúvida: Ramon Lamar de Oliveira Junior

PS.: Acabo de ser informado pelo Caramelo que os postes da praça da prefeitura não são de LED, mas de VS (Vapor de Sódio). Na verdade havia sido autorizada a colocação dos LEDs mas no final foi colocada a iluminação de vapor de sódio. Comentei com o Caramelo sobre a possibilidade de fazer enquetes com a população sobre o quê as pessoas acharam dos LEDs colocados na Praça Dom Carmelo Motta e na Lagoa Paulino. Ele foi muito receptivo à ideia. Valeu, Caramelo! Abraços. (27/05/2011)

domingo, 8 de maio de 2011

FELIZ DIA DAS MÃES

Se possível sob o mesmo teto,
mas se não der, que seja
pelo menos em pensamento.
O meu desejo é que todas as mães
possam desfrutar muitas alegrias
com seus filhos no dia de hoje.
Para minha mãe,
um beijão especial!!!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ahn? Essa eu não entendi...

PelamordeDeus, expliquem para mim o quê é isso...
[Para quem ainda não entendeu nada, é em Sete Lagoas!]

Quem tiver Google Earth, olhe nas coordenadas geográficas da imagem acima, ative a "Galeria" do Google Earth, clique naquele "i" e leia o que está escrito lá. Meu queixo caiu. Vou copiar a tela (caso desapareça depois). [Clique na imagem para ampliar.]

O SAAE (?), a SDET, a horta comunitária e a Lagoa do Matadouro

O setelagoas.com.br publicou (clique aqui) matéria sobre a ocorrência de problemas na bomba do SAAE que fornece a água para a irrigaçao da horta comunitária. Sem o sistema principal, as 84 famílias que dependem da água estão utilizando uma bomba reserva, pagando a gasolina do próprio bolso e retirando água da Lagoa do Vapabuçu (Lagoa do Matadouro), uma dos nossos "7 lagos encantados".
O problema do combustível parece ter sido resolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SDET) que providenciará o combustível ATÉ QUE O SAAE CONSERTE A BOMBA DEFEITUOSA
Esse é o problema!!! 

Imagem publicada no www.setelagoas.com.br (crédito da imagem: Rodrigo Viana)
A Lagoa do Matadouro é uma das menos conhecidas da população, e por isso mesmo encontra-se num estado que caminha para um brejo. Com a retirada da água (ATÉ QUANDO?), a lagoa corre o risco de sofrer um impacto decisivo em seu destino. 

Fotomontagem para visualização da situação da Lagoa do Matadouro (no período de chvuas!). Fotomontagem feita a partir de fotos obtidas por Ramon Lamar de Oliveira Junior
A situação da Lagoa do Brejão (diversas vezes relatada aqui no blog) mostra a "rapidez" do SAAE em resolver problemas desse tipo.
Peço encarecidamente ao Secretário de Meio Ambiente e ao Ministério Público que intervenham na questão cobrando agilidade do SAAE e evitando que as famílias e a lagoa sejam predudicadas.

Ramon Lamar de Oliveira Junior

PS.: Com as informações do Rodrigo Viana Leal, alterei o título do post. Vejam as ponderações dele nos comentários. Valeu, Rodrigo!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Cidade bucólica...

Miss Piggy e família, passeando pelas ruas de Sete Lagoas.

Porcos procurando alimento nas ruas próximas ao pé da Serra de Santa Helena. Foto feita pelo meu aluno Pedro Marcos.

Pelas ruas da cidade... (6)

Outono... menos flores. Folhas e frutos.

Álamo

Sapucaia

Jambolão

Jasmim-manga

Buriti

Eritrina (mulungu)

Ligustro

Pau-brasil

Eritrina verde-amarela
Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

terça-feira, 3 de maio de 2011

Para não esquecer do RIMA do Boulevard Santa Helena (III)

3) O LEVANTAMENTO DA FAUNA

O levantamento da fauna na região em que se pretende instalar o bulevarsantahelena foi feito em um prazo recorde de 5 dias. Isso mesmo, de 15 a 19 de janeiro de 2010, como atesta o RIMA em sua página 100. Lá fala-se em "primeira campanha", mas não há referências a uma segunda campanha em lugar algum. Com essa amostragem ridícula, afirmou-se durante a audiência pública que a biodiversidade de anfíbios e répteis na região era muito baixa, sinal inequívoco do adiantado impacto ambiental da área (ou seja, procuramos pouco e achamos pouco... sinal que a cidade já detonou a área... não há mais nada a preservar). Ridícula tal conclusão a partir de levantamento tão mal realizado.
Na falta de mais dados no RIMA, concluímos que o mesmo período foi usado para inventariar aves, mamíferos, anfíbios e répteis. Com tal trabalho mal feito, não é de espantar a tabela abaixo (página 88) que mostra a mínima quantidade de mamíferos avistados na área e inclusive o não avistamento ou relato de quirópteros (morcegos). 
Quer dizer que ninguém ali perto nunca viu morcego por lá?
Faça-me o favor!!!

[Clique para ampliar]
O próprio RIMA aponta os prováveis (para não dizer certos) impactos ambientais. Para diminuir os impactos propõe medidas mitigadoras risíveis. Verifique abaixo os trechos das páginas 95 e 97 (clique para ampliar):

E nem se falou do impacto da iluminação...
A melhor atividade de educação ambiental é aquela que faltou aos que estão propondo o empreendimento: não impactar uma área que está razoavelmente preservada! Sensibilizar as pessoas? E quem vai sensibiliar os empreendedores?
 Ramon Lamar de Oliveira Junior

domingo, 1 de maio de 2011

Obra concluída.

Em contraste com a reforma do Ginásio Coberto (veja post anterior), a obra do "Nossa Casa, Nossa Vida" do joão-de-barro, registrada dois dias depois do tal início programado para as obras do Ginásio Coberto (clique aqui) já está concluída. Infelizmente, não consegui fotografar os moradores.


Foto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Ginásio Coberto: reforma para inglês ler!

Foi anunciado (clique aqui para ver uma reportagem) que o Ginásio Coberto entraria em obras no dia 21 de março último para reformas. Bacana, legal! Eu mesmo sou grande defensor do Ginásio Coberto e minha escola já patrocinou equipes de esporte especializado (em especial o voleibol feminino, do querido e competente técnico Marcão). Sei das necessidades dos atletas e dos técnicos (na maioria das vezes sem remuneração compatível com a grandeza do trabalho que realizam), que colocam ano a ano os times nas finais do JIMI.
Hoje, dia do trabalho, eu estava fotografando as árvores da praça da feirinha (Dom Carmelo Mota) e aproveitei para conferir como andam as obras do Ginásio Coberto, uma vez que de fora não se percebe obra alguma. Arrumei uma fresta e observei lá dentro como andam as coisas. Tirem suas próprias conclusões, ok?






Fotos tiradas hoje: primeiro de maio de 2011.
Fotos e texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior

Festa de Santa Helena (Sete Lagoas/MG - 2011)



O alto da Serra de Santa  Helena durante o dia e a queima de fogos na passagem de sábado para domingo.
Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Onde estão...

1) A vanguarda brasileira na produção dos biocombustíveis representados pelo etanol?
 2) A maravilha da transesterificação na produção do biodiesel, nova fronteira dos biocombustíveis?
3) A autosuficiência na produção de petróleo?
4) A estupenda descoberta do pré-sal e todo seu significado intrínseco, que nos transformaria em exportadores e membros da OPEP?

Onde estão todas essas conquistas nesses tempos bicudos em que o preço do álcool encosta no da gasolina, ambos nas alturas?

Ramon Lamar de Oliveira Junior
(notícias: Folha de S.Paulo online)

Patrimônio histórico: para a cidade e para mim.

"Tia Iza" foi minha professora de geografia na maior parte do ensino fundamental (acho que foi na quinta, sexta e sétima séries, no Colégio Dom Silvério). Na oitava série, se não estou muito enganado, era o Gamela (Edson Abreu) que lecionava a Geografia e a História... e pediu um trabalho de História sobre o Egito. Nosso grupo dividiu o tema e ficou por minha conta falar da economia do Egito Antigo. Fui me socorrer com a "Tia Iza". Após a aula, fomos até sua casa e ela me mostrou vários livros sobre o Egito, emprestando-me alguns. Deu uns conselhos sobre a apresentação, disse o que era mais importante enfocar , com toda calma, com todo carinho que desde sempre lhe foi peculiar, e desejou boa sorte, que sabia que eu ia me sair bem e tal.


Preparei o tema. Na véspera, fui conversar com o Gamela. Disse a ele que eu estava um pouco nervoso, ansioso, sei lá... que eu não gostava de apresentar trabalho, falar em público... essas coisas. Gamela então falou assim: "- Ramon, tenho certeza que você estudou o assunto e sabe tudo o que tem que ser falado. É igual assistir a um filme e depois contar para seus colegas de turma. Faz assim, faz de conta que está contando uma história para seus amigos. Vai dar tudo certo."
Essas palavras do mestre Gamela ligaram alguma coisa dentro de mim. Desde então comecei a falar e não parei mais. Devo muito àqueles dois: "Tia Iza" emprestou-me os livros, deu as dicas e o apoio... Gamela ativou o programa "professor" que havia em mim.
Fotografar a casa da "Tia Iza" tem então um gosto especial. Ainda por cima que a anfitriã naquele momento foi minha querida amiga e colega Adriana Drummond, para quem "Tia Iza" é tia mesmo.
A casa preservada, as mexericas no quintal vistas bem alto por cima do muro e do telhado. Patrimônio da minha história, uma das páginas mais importantes da minha vida, que sempre vou guardar com muito carinho. (Pouca gente sabia dessa história...)

Foto e texto: Ramon Lamar de Oliveira Junior