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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Guerra pela água?

Imagine uma região metropolitana com VINTE MILHÕES de habitantes. Imagine que essa população dependa de reservas superficiais de água nas chamadas represas. Imagine, agora, uma seca prolongada com a drástica redução dessas reservas de água. Pois é, não é imaginação, é a situação vivida pela região metropolitana da cidade de São Paulo neste ano de 2014.
Desde o final da década de 1960 que são feitos alertas em relação à escassez de recursos. Documentários realistas e filmes de ficção já foram rodados sobre o assunto. Os documentários abordam várias situações de contaminação da água e escassez. Os filmes de ficção ilustram a luta pela água e/ou fontes de energia. 
Um recorde de baixa pluviosidade, sempre aliado às situações governamentais onde tal "pensamento" é impensável, conduz São Paulo a uma situação crítica. Agora mesmo, centenas de tambores e caixas d'água estão sendo compradas por cidadãos que querem estocar o líquido. Essa estocagem eleva o consumo e ajuda a complicar a situação. E sabe-se lá como será feito esse estoque: contaminação, proliferação de mosquitos... e tal e coisa.
O pior de tudo é que, se chover o que é necessário para se retornar à normalidade, outros problemas surgirão: inundações, rompimento de barragens, deslizamentos de terra, desabrigados, doenças como leptospirose...
O cenário é terrível e os prognósticos não são nem um pouco favoráveis, infelizmente. Resta torcer para as coisas se normalizarem a médio prazo e que tal fato sirva de lição para os governos procurarem as alternativas viáveis de manutenção da disponibilidade de água e outros recursos.

Ramon Lamar de Oliveira Junior

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