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Mostrando postagens com o rótulo patrimônio histórico

Sete Lagoas, a Estrada dos Tropeiros e as Gameleiras da Memória

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A história de Minas Gerais é inseparável de suas estradas coloniais. Quando se fala em Estrada Real, muitos imediatamente lembram os caminhos oficiais reconhecidos hoje pelo Instituto Estrada Real — o Caminho Velho, o Caminho Novo, o Caminho dos Diamantes e o Caminho do Sabarabuçu. Esses trajetos foram fundamentais para a circulação do ouro e dos diamantes entre as minas e os portos do Rio de Janeiro e Paraty, consolidando uma rede de controle fiscal e de vigilância da Coroa portuguesa. Mas, paralelamente a esses caminhos oficiais, existia uma imensa malha de estradas secundárias, atalhos, trilhas e rotas alternativas utilizadas por tropas de mulas e gado, responsáveis pelo abastecimento das vilas mineradoras. É nesse contexto que surge a chamada Estrada dos Tropeiros , que cruzava a região de Sete Lagoas, conectando-a às áreas mais ativas da mineração. A participação de Sete Lagoas no sistema de estradas coloniais Embora não esteja no mapa oficial da Estrada Real, Sete Lagoas teve pap...

Museu do Ferroviário - Sete Lagoas - MG

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Fotos: Ramon L. O. Junior

Semana Santa em Diamantina 2013

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Desculpem o sumiço, mas estávamos recarregando as energias lá em Diamantina. Da tranquilidade das ruas (em alguns horários), do casario antigo, da arte das igrejas e dos eventos religiosos, uma viagem em busca de inspiração para continuar no caminho traçado. Felizmente, a inspiração sempre aparece. Seguem-se algumas imagens... Ida... Usina Eólio-Elétrica Experimental Morro do Camelinho (CEMIG) Morro do Camelinho (perto da Usina Eólio-Elétrica do Camelinho) Araticum (marolo) Conservas... Em Diamantina... Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior PS.: O ponto negativo ficou pela imprudência de vários motoristas, principalmente no trecho entre Diamantina e Curvelo, mas também na BR-040. Imprudência essa facilitada pela completa ausência de fiscalização das polícias rodoviárias nos trechos.

ORQUESTRA JOVEM DE SETE LAGOAS

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Eu não conhecia... perdão! Preso dentro da sala de aula, correndo de um local para o outro (quase sempre com a máquina fotográfica ao lado) para depois chegar em casa e informar sobre as questões ambientais e outras da nossa cidade, não tive a oportunidade de conhecer antes a Orquestra Jovem de Sete Lagoas . Ontem, em solenidade na Casa da Cultura, onde recebi a Insígnia de Mérito ofertada pelo COMPAC (Conselho Municipal de Patrimônio Cultural), tive o prazer de receber presente maior ainda do que a insígnia, que foi o conhecimento da existência dessa nossa orquestra. Criada por lei municipal em 2010, "para promover e desenvolver o estudo da música para adolescentes e jovens na cidade" , numa ação da Prefeitura Municipal por meio da Secretaria de Cultura e Comunicação Social , a Orquestra é hoje uma realidade e um sucesso. Estruturada, comandada e regida pelo Maestro Ívison Máximo , sete-lagoano formado pela UFMG, a orquestra começa sua atuação já com os pequeninos qu...

Niemeyer, aqui pertinho de nós, mostrando como deveríamos tratar o futuro.

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Abaixo, a conceituação para o Campus da FEMM (ainda não era UNIFEMM) no início da década de 1970 pelo Oscar Niemeyer. "Roubei" a imagem do blog do amigo Flávio de Castro. Espero que ele me perdoe. FONTE:  http://flaviojose.blogspot.com.br/2012/12/o-homem-que-desenhava-iii.html A transcrição do texto, também do blog do Flávio, encontra-se abaixo. "explicação indispensável Nossa idéia de Universidade é bem definida e seu objetivo principal reduzir o número de prédios, resumindo-os a 7 elementos: administração (direção das faculdades), edifício de classes (salas de aulas, trabalho e anfiteatro), edifício de ciências (todos os laboratórios), auditório, biblioteca, restaurante e setor esportivo. Com esta solução revolucionamos o programa das Universidades, fazendo-o mais compacto, mais econômico, mais lógico, capaz de exprimir a Universidade moderna e integrada que se impõe. E preservamos os terrenos, evitando cortá-los com ruas desnecessárias, economizando exte...

Abertura da Cápsula do Tempo (Colégio Promove da Quintino Bocaiúva)

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Colégio Promove de Sete Lagoas (MG) A Cápsula do Tempo, lacrada em 1986.  A Cápsula do Tempo, debaixo da mangueira do pátio. E VOCÊ FEZ PARTE DESSA HISTÓRIA, entre em contato pelo FACEBOOK, pois estamos organizando um encontro para a abertura da Cápsula para o dia 22 de setembro de 2012 (na data originalmente marcada), em Sete Lagoas. Para quem não se lembra, em 1986, todos os alunos do colégio escreveram mensagens e as depositaram em caixas lacradas para serem abertas num futuro longínquo, somente 26 anos depois! E este futuro chegou em 2012!!! Nestas mensagens, cada um escreveu recados  para si mesmo, para sua família e para seus “futuros possíveis filhos”. Você se lembra do que escreveu? Quer resgatar a sua história? Pois então, não fique de fora do nosso grande encontro!!! Se quiser compartilhar conosco dessa grande alegria, integre o  grupo COLEGAS DO  PROMOVE no Facebook, onde muitos já estão relembrando o passado, vivendo o  presente e projet...

CIDADE SEM HISTÓRIA

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[Encontrei o texto abaixo no site do Jornal Sete Dias e peço permissão ao autor para divulgá-lo. Concordo plenamente com as colocações e até faria mais algumas sobre o tanto que se perdeu na desmontagem das oficinas (quase uma pilhagem, pois as mesmas ficaram expostas a ação dos vândalos). Lembro que no passado fizemos um movimento para abrigar uma das locomotivas sob um telhado. Hoje, caminha para a lenta corrosão...] "Venho às autoridades competentes relatar uma triste realidade percebida por mim, morador dessa linda cidade. Sempre que trafego pela Praça da Prefeitura e Museu Ferroviário, vejo sendo degradado pelo tempo o primeiro compactador de asfalto adquirido pela Prefeitura. Na Praça da Estação, vejo a locomotiva e o vagão-escola sem nenhum abrigo. Qual a finalidade do Museu Ferroviário? São relíquias que temos na nossa cidade que deveriam ser restauradas e preservadas. Já perdemos a Oficina da Rede Ferroviária, quantas coisas mais ainda podemos perder? Deixo m...

Trânsito no entorno da Catedral de Santo Antônio

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A enquete já se encerrou há alguns dias. A participação foi muito pequena e favorável à proibição do trânsito de carros, mesmo os de passeio, no entorno da Catedral de Santo Antônio.  E aí, já saiu algum projeto alternativo oriundo das consultas que a prefeitura faria à comunidade. Ou é isso mesmo e pronto? Sugiro transformar toda a área do entorno da Catedral em área de Faixa Azul (aliás, a Faixa Azul está funcionando?). Lá já está cheio de carros estacionados lá o dia inteiro. Pelo menos haveria um "estacionamento público" com a renda revertida para uma boa causa (qual eu não sei, mas imagino que a renda dessas coisas deve ter um bom destino).  Ah, considerando-se o patrimônio histórico, seria legal também recuperar as pinturas do interior da Catedral, aquelas que foram cobertas com tinta no passado, não é?  Alguns guias turísticos também deveriam ser treinados para nos dar informações interessantes sobre a Catedral, como as que recebemos em Diamantina, Sabar...

Locomotivas e ferrugem

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As locomotivas e o vagão expostos junto ao Museu do Ferroviário estão sendo atacados pela ferrugem. No início da década de 90, quando militávamos no GRUPO PRO-LAGOAS DE ESTUDOS AMBIENTAIS , sugerimos - juntamente com vários outros grupos - que a locomotiva fosse protegida das intempéries. Não ficou uma beleza aquele telhado, mas funcionou. Agora, vejo que alguma coisa precisa ser feita de novo. Vinte anos depois temos novos materiais e mais condições de resolver o problema. Vamos? Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior